RÁ, a CONFEDERAÇÃO DE VÊNUS
RÁ, a CONFEDERAÇÃO DE VÊNUS
Mais uma conversa com Rá, os confederados advindos de Vênus, em forma de perguntas e respostas.
Introdução: Rá, como eles explicam, é uma sociedade de 120 milhões de seres, que viveu em Vênus há 500 milhões de anos terrestres e conseguiram evoluir para a sexta dimensão de existência, a mesma que a dos Guardiões Primordiais (Yahweh, Atlas, AsRan, Aragão, Zenel), e eles explicam como foram as intervenções que fizeram neste planeta, bem como aprendizados e lições valiosas deixadas nesta conversa. É um conhecimento que não tem preço.
Pergunta: Dr. Aragão, o senhor permite na data de hoje falarmos com a Confederação de Rá?
Resposta: Sim, está permitido.
Pergunta: Rá, o sol do meio dia, podemos nos comunicar?
Resposta: Somos Rá. Sim! Podemos nos comunicar certamente. Nem todos conseguiram decifrar que Rá significa o Sol do meio dia. Ficamos honrados com a sua afirmação.
Pergunta: Na verdade foi Dr. Aragão que mencionou em uma das canalizações que o significado do seu nome seria o Sol do meio dia, porque é o sol mais forte, digamos assim. E creio que isso tem referência quando vocês apareceram neste planeta, há milhares de anos, para o povo do Egito que reverenciava o sol, isso?
Resposta: Somos Rá. Nós pisamos nas planícies do Egito em corpos materializados e andamos entre suas pessoas para aprender e para ensinar. Nós nos sentimos atraídos a esse povo em particular quando eles reverenciavam os elementos da natureza, como o sol, a chuva, a grama, os animais. Nós, quando vivemos em Vênus, há 500 milhões de anos terrestres, também tínhamos esse modo de reverência. Então, nós nos sentimos afiliados a esses seres humanos naquele período em particular.
Pergunta: Entendo perfeitamente. Assim como Dr. Aragão, Atlas, AsRan, Zenel, os senhores de Rá estão na sexta dimensão, certo?
Resposta: Sim. Somos Rá e nos encontramos na sexta dimensão, a do conhecimento e a da sabedoria. A nossa existência atual baseia-se no estudo e da disseminação do conhecimento infinito. Parte de nossa sociedade também é responsável por montar e cuidar das grandes bibliotecas de conhecimento nas dimensões de altas energias.
Pergunta: Os senhores não desejaram elaborar sociedades também como os demais da sexta dimensão?
Resposta: Somos Rá e nós nos condicionamos a cuidar das civilizações de nossos irmãos e pais (criadores). Nós não desejamos espalhar a nossa semente estelar, criando sistemas e corpos celestes, pois isso não foi um comum acordo entre a nossa sociedade. Como nós adviemos de um planeta de difícil vivência, como foi Vênus, em nossa era há 500 milhões de anos, nós nos propusermos a aprofundar os nossos estudos e a iluminar as mentes que possam ouvir as nossas palavras e contribuições. Nós nos colocamos na missão de professores e alunos, pois quando ensinamos nós também aprendemos.
Pergunta: Fale mais de quando os senhores de Rá pisaram neste planeta, por favor?
Resposta: Somos de Rá e nós pisamos neste planeta em algumas situações em específico. Por vezes, aparecemos em seus céus visivelmente para a sociedade de uma época antiga e depois nós pisamos também para auxiliar na construção das pirâmides e em outro momento para ensinar/aprender com o um faraó específico, o Akhenaton.
Pergunta: Os senhores ajudaram a construir as pirâmides?
Resposta: De uma certa forma, nós auxiliamos o regente daquela época. Nós construímos a pirâmide de um modo metafísico e realocamos em um lugar especial deste planeta, que traria equilíbrio de energias e frequências ao redor do mundo. Além disso, nós auxiliamos também os construtores a terem ideias de materiais e ferramentas para a construção do empilhado de pedras.
Pergunta: Vocês auxiliaram a construção da pirâmide de Gizé, isso?
Resposta: Somos Rá e isso é verídico. Nós auxiliamos a construção da pirâmide principal.
Pergunta: A pirâmide foi construída por escravos hebreus e eles utilizaram o desvio de rios para deslocar as pedras do norte para o local da pirâmide, através de transportes que boiavam?
Resposta: Somos Rá e sim, os ditos seres humanos que colocaram as suas mãos e lapidaram pedra por pedra foram considerados escravos e nós os auxiliamos em pensamento para terem ideias e criatividade nas ferramentas e desvio de canais do rio Nilo a fim de preservarem o seu corpo físico e não entrarem em exaustão completa.
Pergunta: Vocês auxiliaram esses ditos escravos a se libertarem?
Resposta: De uma certa forma nós de Rá vimos que muitos fugiam, mas, após, acabavam por retornar. Saiba que naquela época a região do Egito era tomada por um grande deserto, pois havia menos cidades que o agora, então, os fugitivos não sabiam para onde ter um direcionamento e temiam perecer nos desertos, já que desconheciam as cidades após os desertos. Por isso, mais tarde, o criador Yahweh mandou o chamado Moises para encaminhar esse povo sofrido e para que confiassem na caminhada pelos desertos. Sem esse guia, os fugitivos não tinham coragem de cruzar os desertos.
Pergunta: Entendo perfeitamente. Naquela época não havia mapas, GPS e tecnologia de acesso a todos. Tudo, mesmo que simples, era muito concentrado à nobreza, certo?
Resposta: Perfeitamente. Nós somos Rá e isso é verdade. Nós também compactuamos com a verdade de que a realeza da época coadunou para a construção das pirâmides como o ideal do poder do faraó, como um símbolo de poder e de maestria. A pirâmide de Gizé era um grande símbolo da obra material do ser humano que desejava alcançar a imortalidade.
Pergunta: E mesmo assim as pirâmides canalizaram as energias divinas de regeneração celular?
Resposta: Sim, veja que a forma piramidal coaduna com a espiral natural deste planeta. A energia em espiral sobre pelo centro da pirâmide, aumenta em seu centro e se expande para as laterais, e se concentra na ponta, que escorre novamente para as laterais, potencializando e repontecializando a energia espiral primária que se transforma em três espirais derivadas, sendo a quarta espiral externa, que brota como um raio ascendente da ponta da pirâmide.
Pergunta: Compreendi melhor agora. Eu tinha uma breve noção a respeito das espirais de energia, mas agora ficou melhor explicado para o meu ponto de vista. Os senhores podem me dizer como foi o encontro com Akhenaton?
Resposta: Somos Rá e podemos dizer que Akhenaton também era um de nós de Rá e assim foi um grande reencontro de energias quando pudemos pousar e nos materializar neste planeta. E nessa época havia inúmeras mitologias que os seres egípcios acreditavam e cultuavam, esquecendo dos princípios básicos do amor e da luz, baseando praticamente no agrado e no sacrifício humano. E para tentarmos ensinar esses povos a acreditarem mais em si, a terem paciência e a não necessidade de sacrifícios humanos, apresentamos um plano de interferência divina direta ao Conselho dos Nove, que o aprovou, com cláusulas. E uma das cláusulas é que se o plano não obtivesse um resultado positivo, nós deveríamos permanecer nos planos superiores deste planeta e auxiliar a humanidade futura até o karma que criamos ser totalmente transpassado. E, como estamos aqui ainda, certamente os nossos ingênuos planos não resultaram no plano desejado e foram rapidamente deturpados com a morte de Akhenaton, pois, logo em seguida, tudo voltou a ser o que era e todos esqueceram dos nossos ensinamentos.
Pergunta: Nossa! Deve ter sido triste vocês se materializarem no planeta, ajudarem a esclarecer as pessoas daquela época e depois tudo ser esquecido como se vocês estivessem errados. Os senhores podem contar um pouco desse sentimento?
Resposta: Somos Rá e nós nos sentimos lisonjeados em podermos tentar auxiliar a humanidade naquele momento de dificuldade e de escuridão. Nós não temos arrependimento ou tristeza em relação a isso. Alguns poucos seres humanos conseguiram absorver os nossos conhecimentos e ascender para outras dimensões de aprendizado. Seria muita pretensão nossa desejar que o nosso humilde plano mudasse toda uma sociedade que advinha de conhecimento de milhares de anos em poucos anos que ficamos materializados. Além disso, nós éramos meros professores que ensinavam a arte da meditação, da escrita, do desenho, da viagem astral, da oração, da reverência ao Uno Criador Central, com bondade, ações amorosas e de serviço ao próximo. Nós ensinamos artes básicas e não miraculosas. Creio que alguns ficaram decepcionados também com o nosso conhecimento. Depois que essa situação passou e a nossa sociedade se recolheu, nós podemos parar e pensar, e concluímos que muitos seres acabaram por se decepcionar com o nosso conhecimento, pois eles desejavam mais poder e serem temidos, o que é totalmente avesso ao nosso ensinamento de humildade, iluminação e partilhamento. Então, mesmo com a falha de nosso plano, não houve a falha, pois nós conseguimos auxiliar poucas vidas a saírem da escuridão e se guiarem à iluminação. E quando auxiliamos uma vida que seja, o plano vale a pena. Não é questão de quantidade.
Pergunta: Perfeito! Que lição maravilhosa. Nós partilhamos desse mesmo plano também. Nós preferimos atender poucas pessoas a multidões. Preferimos ter um trabalho singelo, tranquilo e simples do que tentar curar o mundo, chamar a atenção, fazer grandes espetáculos, e depois cair no esquecimento, pois tudo o que sobe rápido também desce rápido. Eu e meu irmão começamos engatinhando e fomos crescendo pouco a pouco e migrando o nosso trabalho conforme a vontade do Dr. Aragão. Aproveitando a sua disponibilidade ainda aqui comigo, gostaria de lhe perguntar o que os senhores de Rá têm para falar a nós?
Resposta: Todo o chamado que há na experiência neste planeta é um chamado para a escolha ser feita. O Uno Criador Central é tudo o que existe e tudo o que existe é fruto da criação desse Uno. E desse Uno nós todos viemos e nós todos voltaremos. O Uno dispersou as suas sementes luminosas até os confins do universo e, um dia, espera que retornem para aprender todos os detalhes de todas as experiências que aquela semente obteve em sua infinitude. Então, saibam que nesse caminho haverá tropeços, haverá decepções, haverá negatividade, mas também haverá alegrias, aprendizados, positividade e muita iluminação. A iluminação que falamos não é o brilho do espírito, da aura ou da alma, e sim, os aprendizados. Nós estamos há milhões de anos em estudo e aprendizados, pois o universo é infinito e é impossível estudar tudo e aprender tudo. Por isso, há os caminhos de evolução em mais dimensões que podem ser acessados. Os acessos a outras dimensões são feitos de acordo com o aprendizado de vidas. E a cada aprendizado, mais e mais aprendizado vai sendo desbloqueado para o ser que caminha rumo à iluminação, até o próprio ser se tornar uma fonte de luz.
Pergunta: Os seres fontes de luz são os seres da sétima dimensão, isso?
Resposta: Exatamente. Somos Rá e aprendemos que seres dos portais (sétima dimensão) são aqueles que se transformaram em grandes faróis que são capazes de desviar e transformar a luz invisível do Uno Criador em luz visível e perceptível. Esses seres não precisam mais de corpo material, ego, emoções, individualidade, pois são totalmente entregues a transformar a luz do Uno.
Pergunta: E é verdade que os senhores se conectaram com o pessoal de Atlântida?
Resposta: Esses seres foram muito abençoados por nossos ensinamentos, muito mais que o povo do Egito. No entanto, nós cremos que nós de Rá acabamos passando conhecimento excessivo a esse povo, que compactuou também para derrocada desse mesmo povo. Ocorre que de seres estritamente simples e agrários, eles tiveram uma evolução abrupta de tecnologia das mais variadas, tanto de cura, quanto de comodidades, no entanto, havia grupos que se utilizaram do conhecimento para construir armas de alta destruição, como ocorre na sua atualidade, só agora em menor escala comparado ao tempo de Atlântida. Não foi à toa que o experimento de armas acabou por afundar a ilha toda, ao quebrar o centro de massa e as grandes rachaduras irem do centro para as pontas em questão de minutos, levando muitos grupos à morte e poucos grupos à fuga. Nós, então, anotamos e direcionamos os nossos aprendizados ao Conselho dos Nove Éons detalhando que os seres deste planeta não podem deter grande conhecimento tecnológico, pois isso levará a destruição em massa. E por mais que pareça que há muita tecnologia de destruição na atualidade, não é nada comparado ao tempo da destruição de Atlântida.
Pergunta: Os senhores conheceram o Confederado Atlas, o Criador de Atlântida, na época de Atlântida?
Resposta: Sim, certamente. Atlas também é um dos nossos criadores e nós nos colocamos a disposição dele para honrar o seu conhecimento, pois muitos dos povos eram e foram nossos irmãos em outras realidades e planetas. Então, poder ajudá-los neste momento foi uma forma muito honrosa de podermos retribuir ao nosso criador primordial e aos nossos irmãos de sabedoria. Mesmo os planos não tendo os rumos perfeitos, muitos foram auxiliados naquele momento e puderam, em seguida, juntar-se a nossa confederação de Rá para futuras preparações e estudos de aprimoramento.
Pergunta: Os senhores podem me explicar como que vocês alcançaram à dimensão do criador de vocês (Atlas) e como isso é possível?
Resposta: Somos Rá e, na nossa humilde experiência, nós, jamais, planejamos ultrapassar o nosso criador, no entanto, o nosso criador Atlas mencionou que todos somos filhos do Uno e a Ele que devemos nos remeter. Então quando chegamos na dimensão de nosso mestre, nós pudemos escolher em juntar-se a ele (Atlas), em continuar a experiência paralelo a ele, ou reencarnar em planetas de terceira dimensão de aprendizado. Como a nossa totalidade de confederação de Rá chegou aos números de 120 milhões de seres, uns desejaram se juntar a Atlas, outros desejaram continuar a trilhar um caminho paralelo e outros reencarnaram. Nós não temos prisioneiros e nem obrigamos ninguém (a fazer algo). Por mais que nós milhões sejamos uma mente unificada, cada ser ainda possui uma pequena individualidade que pode desejar perseguir caminhos diferentes. E nesses caminhos que são trilhados, cada ser irá chegar no mesmo local, uns antes que outros, uns depois que outros, mas todos no mesmo caminho. Então para nós de Rá, entendemos que cada ser irá escolher o seu tempo e seu caminho. Voltar ao Uno ainda é um aprendizado desconhecido para a nossa confederação, e, por isso, muitos confederados escolhem permanecer na confederação mesmo já tendo a preparação para se tornar um ser portal, ou participar do Conselho dos Nove. Nem todos os seres, mesmo os mais evoluídos e antigos, conseguem se desprender em sua totalidade do seu amor pela vida e pela experiência e se transformar em pura luz. Então, temos que entender que nem todos os seres, seja de qual for a dimensão, seja de qual for planeta, seja de qual for a existência, pode não desejar seguir os passos da maioria, pois aprecia tanto aquela experiência que deseja permanecer nela por mais milhões de anos.
Pergunta: Rá, isso foi perfeito. Acho que isso ocorre também na humanidade. É como quando aquele momento da vida é tão bom que a pessoa não quer que aquilo passe, que gostaria que o tempo parasse para aquela experiência ser eterna. E para finalizamos, Rá, apenas quero lhes dizer que foi uma grande honra poder me comunicar com vocês, e que espero lhes ver e falar com vocês novamente, pois o seu conhecimento é de grande valia para a humanidade e só posso lhes agradecer por esse momento abençoado.
Resposta: Nós de Rá agradecemos o seu tempo e disposição para esse trabalho. Não é um trabalho fácil, mas é um trabalho que traz grande iluminação para aqueles que bebem nesses ensinamentos. Como dissemos antes, nós, nenhum de nós, nem os criadores, nem o conselho, temos a pretensão de que as nossas intervenções mudem o mundo, pois isso é impossível, e nós já temos conhecimento de que é impossível. Se os seres que leem esse material soubessem que é um prelúdio dos estudos que virão pela frente, provavelmente, seria um material que valeria mais que ouro, contudo, sabemos que a programação de grande parte da humanidade a torna desinteressante aos estudos do Uno Criador e nós entendemos isso melhor agora. Nós aprendemos, assim como os demais confederados que já tiveram contato direto com a humanidade deste planeta, que cada ser tem o seu tempo e os tempos de glória interior não será alcançada por todos, e sim, por uma pouca minoria. E como falamos antes, sendo um, dois, mil, um milhão, a quantidade não importa, o que importa é que a missão alcançou o seu propósito. E isso deve ser levado para o todo o sempre. Não podemos controlar resultados, mas podemos sempre colocar o nosso propósito em ação. Sempre! E nós de Rá nos honramos com esse momento glorioso de iluminação e podemos afirmar que iremos retornar para podermos conversar mais sobre os assuntos da Lei do Uno. Adonai.
Gratidão, Rá! Foi uma honra.
Fim da conversa.
A canalização pelo Dr. José de Aragão, um ser milenar, da sexta dimensão, muitas vezes, é um tanto complexo para o entendimento.
É importante que a leitura seja feita mais de uma vez, se possível, e assim o entendimento virá aos poucos. Também é importante que se venha de cabeça aberta, sabendo que muito o que for descrito aqui será distinto daquilo que você aprendeu em outros locais, principalmente, na internet.
Lembre-se que você não é obrigado a acreditar no que aqui canalizamos, mas, independente disso, o nosso papel estará sendo realizado. Se você irá acreditar, é uma escolha sua!